Por Assessoria
A SO+MA, startup brasileira pioneira em soluções tecnológicas para comportamento sustentável, anuncia uma nova etapa de sua atuação em Campo Largo. Após quase três anos operando o programa “so+ma Vantagens” no município, a empresa consolida o modelo implantado na cidade com a transição da iniciativa para a Prefeitura, que passa a assumir oficialmente a operação sob o nome Programa Casa Eco. A inauguração da nova fase acontece no dia 31 de março de 2026, das 10h às 12h, na Casa Eco Vila Bancária.
A atuação da SO+MA em Campo Largo teve início em 2 de maio de 2023, com a criação da casa so+ma ciosp, no centro da cidade. O resultado foi imediato: em apenas três meses, mais de cinco toneladas de materiais recicláveis foram recebidas. No primeiro ano de operação, o volume ultrapassou 107 toneladas.
O desempenho positivo levou à expansão do programa em 2024, com a abertura de novos espaços. Em outubro daquele ano foi inaugurada a casa so+ma ferraria, realocada para o bairro Vila Bancária em janeiro de 2026. Já a casa so+ma itaqui foi inaugurada em dezembro de 2024. Juntas, as duas unidades somaram 80,8 toneladas de materiais recicláveis recebidos ao longo de seu primeiro período de operação, ampliando o alcance do programa no município.
Entre maio de 2023 e janeiro de 2026, o programa “so+ma Vantagens” em Campo Largo recebeu 374.970 kg de materiais recicláveis e contabilizou 2.262 pessoas cadastradas. No período, foram resgatados 16.534 itens por participantes do programa, contribuindo para a preservação de 4.731 árvores, a economia de 32,2 milhões de litros de água e a redução de 1,29 milhão de kg de CO₂. Além disso, a iniciativa destinou R$119 mil como apoio financeiro às cooperativas locais.
Os números refletem o impacto ambiental, social e econômico gerado pela tecnologia e pelo modelo de engajamento da SO+MA, que alia incentivo, gestão de dados e educação ambiental.
A iniciativa contou com o apoio da SIG, empresa global líder em soluções de embalagens para alimentos e bebidas, que contribuiu para ampliar o engajamento da população na reciclagem e fortalecer a economia circular no município. A ação se apoia em uma cadeia ética e estruturada, que integra todo o ecossistema da reciclagem, desde o trabalho de base realizado pelos catadores até o reaproveitamento e a reinserção dos materiais na cadeia produtiva.
Nova fase: política pública municipal
Com a municipalização, o Programa Casa Eco passa a integrar oficialmente a política pública ambiental de Campo Largo, mantendo a lógica de incentivo à reciclagem por meio de tecnologia, recompensas e monitoramento de impacto.
“O município dá um novo passo na expansão do programa, com o objetivo de ampliar a conscientização ambiental e levar o incentivo à reciclagem a outras regiões da cidade. Esta nova roupagem marca a transição da iniciativa que tem como objetivo fortalecer as políticas públicas de gestão de resíduos sólidos, e manter o engajamento da população. Seguiremos incentivando o descarte correto de materiais recicláveis, promovendo benefícios diretos aos cidadãos, às associações e cooperativas de catadores, e ao comércio local”, destaca Thiago de Lima Teixeira, secretário de Meio Ambiente de Campo Largo.
“Mais do que implantar um programa, construímos um ecossistema de transformação. Campo Largo mostrou que, quando tecnologia, setor privado e poder público atuam juntos, o resultado vai além da reciclagem: gera renda para cooperativas, engaja a comunidade e fortalece a cultura da economia circular. Essa nova fase simboliza a maturidade do modelo que a SO+MA vem desenvolvendo no Brasil”, explica Claudia Pires, CEO da SO+MA.
O aplicativo do programa permitirá que os participantes acompanhem sua pontuação, benefícios e impactos ambientais gerados, reforçando transparência e engajamento contínuo.
“Na SIG, acreditamos que as soluções mais transformadoras são aquelas capazes de gerar impacto real na vida das pessoas e nas cidades onde atuamos. Ver uma iniciativa que ajudamos a apoiar evoluir e se tornar uma política pública municipal é um sinal claro de que estamos no caminho certo. Programas como este mostram que, quando empresas, poder público e comunidade trabalham juntos, é possível fortalecer a economia circular, mudar o comportamento do cidadão, valorizar o trabalho dos catadores e gerando impactos ambientais e sociais duradouros para a sociedade”, afirma Isabela de Marchi, Gerente de Sustentabilidade da SIG na América do Sul.
A transição reforça o modelo já implementado anteriormente pela SO+MA em Salvador (BA) e Ponta Grossa (PR), onde o programa também foi incorporado à estrutura municipal após fase de consolidação.